Este blog surge a partir da sessão de partilha de experiências de leitura, que decorreu na biblioteca da Escola Madeira Torres. Todos nos posicionamos como leitores do mundo que nos rodeia. Cabe-nos agora utilizar este espaço para nos (des)ligarmos das sessões formais de desocultação de competências e partilharmos informações, leituras e afinidades enquanto leitores de um mundo onde as memórias e as experiências nos transformam.

segunda-feira, 21 de junho de 2010
"EDUCAR EM PORTUGUÊS"
Para os que gostam da LÍNGUA PORTUGUESA, sugiro este blog no qual tropecei!...
Etiquetas:
http://educaremportugues.blogspot.com/
quarta-feira, 16 de junho de 2010

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Pela simpatia de todos os profissionais e formadores das Novas Oportunidades da Escola Madeira Torres, mas parabéns em especial para os formadores: Carla Geraldo, Carlos Coimbra, Catarina Santos, profissional Ângela Assis e a professora Amélia de matemática, por me terem ajudado a descobrir muitas competências que eu desconhecia ter. Obrigado, obrigado…..
Para os meus colegas do grupo 29 não desistam e se precisarem de ajuda, é só dizerem.
Para quem não tem o 9º ou 12º ano, procure um Centro de Novas Oportunidades, pois é maravilhoso e recomendo a toda a gente.
Sérgio Reis
terça-feira, 15 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
PORQUÊ ESCREVER?

«Tinha oito anos. Naquela altura, não havia nada mais importante para mim do que o baseball. A minha equipa era o New York Giants e seguia os feitos daqueles homens de bonés preto e laranja com a devoção de um autêntico fiel. Ainda hoje, recordando aquela equipa que já não existe, que jogava num estádio que já não existe, recupero os nomes de quase todo o alinhamento. Alin dark, Whitey Lockman, Don Mueller, Johnny Antonelli, Monte Irvin, Hoyt Wilhem. Mas não havia maior, não havia mais perfeito, nem mais merecedor de adoração do que Willie Mays, o incandescente Say_Hey Kid.
Levaram-me, naquela Primavera, ao meu Primeiro jogo da primeira divisão. Uns amigos dos meus pais tinham bilhetes de camarote dos Polo Grounds e, numa noite de Abril, fomos em grupo ver jogar os Giants contra os Milwaukee Braves.
Não sei quem é que ganhou, não me lembro absolutamente nada do jogo, mas lembro-me que, depois de o jogo acabar, os meus pais ficaram a conversar com os amigos deles, até todos os espectadores se terem ido embora. Ficámos até tão tarde que tivemos de atravessar o campo e sair pela porta do meio, que era a única que ainda estava aberta. Essa saída ficava mesmo por baixo dos balneários dos jogadores.
Ao aproximar-me da parede, avistei o Willie Mays. Não havia dúvida que era ele. Era mesmo o Willie Mays, já sem o equipamento, vestido com roupa normal, ali nem a três metros de mim. Consegui manter as pernas a andar na sua direcção e depois, reunindo toda a minha coragem, obriguei as palavas a sair:"Senhor Mays,- disse eu - podia dar-me um autógrafo, por favor?".
Ele devia ter 24 anos feitos, mas não consegui tratá-lo pelo primeiro nome.
A reacção dele à minha pergunt foi brusca, mas cordial. "Claro, miúdo" disse ele. "TENS UM LÁPIS?". Ele tinha tanta vida, lembro-me, estava cheio de energia da juventude, que não parava quieto e continuava aos saltinhos enquanto falava.
Eu não trazia um lápis, e pedi ao meu pai que me emprestasse um. Mas ele também não tinha. Nem a minha mãe. Nem, como depois se viu, nenhum dos adultos.
O grande Willie Mays ficou ali a olhar-nos em silêncio. Quando se tornou claro que nenhum do grupo tinha om que escrever, virou-se para mim e encolheu os ombros. "É pena, miúdo" disse ele, "não tens lápis, não posso dar autógrafo." E saiu do estádio, para a noite.
Não queria chorar, mas as lágrimas começaram a correr-me pela cara abaixo e não conseguia pará-las. Pior ainda, no carro chorei no caminho todo até casa. Sim, estava esmagado pela decepção, mas também me revoltava contra mim próprio por não conseguir conter as lágrimas. Já não era um bebé. Tinha oito anos e os miúdos crescidos não deviam chorar por coisas destas. Não só não tinha um autógrafo do Willie Mays, como não tinha mais nada. A VIDA PUSERA-ME À PROVA E EU NÃO ESTIVERA À ALTURA.
Depois dessa noite, comecei a levar sempre um lápis, para onde quer que fosse. Tornou-se um hábito nunca sair de casa sem ter um lápis no bolso. Não é que eu tivesse quaiquer planos especiais para aquele lápis, mas não queria ser apanhado desprevenido. Tinham-me apanhado uma vez de mãos vazias, e eu não queria deixar isso voltar a acontecer.
Se não aprendi mais nada, os anos ensinaram-me ao menos isto: se há um lápis no bolso, há boas hipóteses de que um dia nos venha a tentação de o usarmos.
COMO GOSTO DE DIZER AOS MEUS FILHOS, FOI ASSIM QUE ME TORNEI ESCRITOR.
Paul Auster, «Porquê escrever?», Ficções - revista de contos, n.º 1, Lisboa Editorial Caminho, Abril de 2000.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
É preciso coragem!!

Olá!
Colegas, amigos e professores.
Fiquei à beira do “abismo” mas já passou.
Quando recebi o que precisava corrigir no meu trabalho,
estava convencido que era fácil.
Pus mãos à obra e comecei a inserir todas as novas ideias,
depois das alterações que fiz, fui ler tudo.
Então cheguei à conclusão que estou tão longe da perfeição,
como aquele senhor da água.
Sérgio Reis
Grupo 29

Olá!
Colegas, amigos e professores.
Fiquei à beira do “abismo” mas já passou.
Quando recebi o que precisava corrigir no meu trabalho,
estava convencido que era fácil.
Pus mãos à obra e comecei a inserir todas as novas ideias,
depois das alterações que fiz, fui ler tudo.
Então cheguei à conclusão que estou tão longe da perfeição,
como aquele senhor da água.
Sérgio Reis
Grupo 29
É preciso coragem!!


Imagem do Google
Olá!
Colegas, amigos e professores.
Fiquei à beira do "abismo"mas já passou.
Quando recebi o que precisava corrigir no meu trabalho,
estava convencido que era fácil.
Pus mãos à obra e comecei a enserir todas as novas ideas,
depois das alterações que fiz fui ler tudo.
Cheguei à conclusão que estou tão longe da perfeição,
como aquele senhor da água.
Sérgio Reis
Grupo 29
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Sessão de formação Excel
quarta-feira, 24 de março de 2010
terça-feira, 23 de março de 2010
OLA A TODOS !! :)

Visto no dia 24 de Março haver sessão do grupo 29, achei interessante referir que também é o DIA MUNDIAL DO COMBATE À TUBERCULOSE, uma doença que nos dias de hoje tem uma taxa de mortalidade mais elevada que a da SIDA!!
Aqui deixo o link de um site com mais informações, para quem estiver interessado no tema, que na minha opinião é bastante interessante.
http://www.sppt.org.br/wp/?p=873
Até amanhã..
Maria Teresa Silva
segunda-feira, 22 de março de 2010
domingo, 21 de março de 2010
Olá colegas
Olá colegas!
A nossa etapa está prestes a terminar.
Qual é a vossa opinião?
Estão a gostar?
Está a ser muito muito díficil?
Eu dou o meu parecer!
Tem sido díficil, mas com dizem os jovens " Estou a curtir bué! "
Beijinhos
Inês Santos
A nossa etapa está prestes a terminar.
Qual é a vossa opinião?
Estão a gostar?
Está a ser muito muito díficil?
Eu dou o meu parecer!
Tem sido díficil, mas com dizem os jovens " Estou a curtir bué! "
Beijinhos
Inês Santos
Profissionais RVCC
terça-feira, 16 de março de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
Às voltas com a vida
quinta-feira, 11 de março de 2010

Recomeça
Se puderes,
Sem angústia e sem pressa.
E os passos que deres,
Nesse caminho duro
Do futuro,
Dá-os em liberdade.
Enquanto não alcances
Não descanses.
De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado,
Vai colhendo
Ilusões sucessivas no pomar
E vendo
Acordado,
O logro da aventura.
És homem, não te esqueças!
Só é tua a loucura
Onde, com lucidez, te reconheças.
Diário XIII
Miguel Torga
(este é para o Luís Novo, vítima de um vírus informático)
Entrega da Autobiografia
quarta-feira, 10 de março de 2010
Sessão de Partilha de Leituras
No dia 11 de Fevereiro, candidatos a realizar o processo de reconhecimento de competências no CNO da Escola Madeira Torres, partilharam o prazer das sua leituras numa sessão informal, realizada na biblioteca da nossa Escola, onde a conversa e as experiências ricas que a leitura nos proporciona, tiveram lugar.
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